de janeiro pra cá

/ terça-feira, julho 31, 2012 /
Nada sobre coisas diferentes e interessantes que encontro por aí na internet, este post será uma espécie de "nota mental" para eu apontar algumas mudanças que fiz e pretendo fazer.
Uma mudança bem visível, aos leitores deste humilde espaço: o blog. Mudei o layout, consegui acrescentar uma coisa ali, outra aculá. Achei que ficou bem legal.

Agora, a maior e principal mudança ainda está por vir...

Em fevereiro pedi demissão do meu emprego para me dedicar à novos projetos. Queria me focar nos estudos, tirar um tempo para organizar a vida, ou pelo menos tentar. Mas não foi fácil. Ao invés de me focar, eu acabei me distraindo com coisas que, se eu pudesse voltar no tempo, nem cogitaria a hipótese de repetir. Bom, mas isso não vem ao caso. A questão é que agora eu estou 100% concentrada em colocar meus planos em práticas! Tô chegando nos 20 anos e, sinceramente, isso está começando a me preocupar. Já está na hora de tomar algumas decisões de gente grande, me dedicar ao agora, no que eu posso fazer em relação aos estudos e a minha carreira profissional. Sabe, aquela história de colher os frutos lá na frente.

Comecei me afastando de pensamentos, coisas e até mesmo de pessoas que não me fazem bem. Sim, é necessário abrir mão de certas coisas para ir adiante. Afinal, se você der um passo à frente, inevitavelmente algo fica para trás. E confesso que essa não foi a tarefa mais difícil até o momento. Ou eu tenho o dom do desapego ou sei lá.

Mas, continuando. Às vezes eu acho que não vou conseguir realizar tudo o que desejo. Às vezes acho que o que eu sonho não é pra mim. Até que, quando eu mesmo espero, meu desejo se torna realidade. E, vou dizer, nos últimos 6 meses isso tem acontecido, e muito! Não acredito que isso seja sorte, até porque eu não acredito em sorte. Na minha opinião, ter "sorte" é, na verdade, ter preparo + oportunidade. Então, o que me falta é ser um pouco mais confiante e um pouco mais ousada, eu diria.

Contudo, a melhor ferramenta usada até agora foi a FÉ. Apesar de desconfiar de quase tudo, ser intrigada com determinadas situações, no fundo, bem lá no fundo, eu sempre tive fé. Fé em mim. Fé de que o que eu fiz até hoje está valendo a pena, e de que seria reconhecida por isso. FÉ EM DEUS. E olha que eu nunca fui muito religiosa... mas ter fé de que tem uma força maior ali, que acredita em você, te faz criar um coragem e uma confiança descomunal. Você passa a acreditar em si próprio, mesmo que seja só um pouquinho.

Bom, agosto está aí! Logo volto de férias para a faculdade. Logo estou trabalhando de novo. E sonhando com ainda mais coisas. E aprendendo mais. E crescendo mais. E realizando os meus desejos, mais e mais.

"I know that feel, bro"

/ terça-feira, julho 17, 2012 /
O ilustrador Chris G. imaginou e criou situações em que personagens de livros, filmes e vídeo games se encontram e se compadecem por terem o mesmo problema – psicológico ou físico – que o outro. A série foi chamada de “I know that feel, bro” (traduzida livremente por “eu sei como você se sente, cara”) e tem Batman e Harry Potter sofrendo por terem perdido os pais, Jim Minhoca e Homem de Ferro lamentando por serem inúteis sem suas roupas especiais, Sonic e Capitão Planeta chorando porque precisam de anéis, entre outros.




a "misteriosa" street art

/ sexta-feira, julho 06, 2012 /
Arte Urbanaurbanografia ou street art, para quem não faz ideia do que seja, é a expressão que se refere a manifestações artísticas desenvolvidas no espaço públicoEu, particularmente, sou apaixonada por esse tipo de arte. E dentre os meus artistas favoritos deste segmento, está Kenny Randon que, além de traços criativos e lúdicos, tem uma "pegada diferenciada" onde seus misteriosos homens-sombra pintam muros e caminham em meio as pixações, assim como os artistas anônimos de rua.




Arte feita por Kenny Random, nas ruas de Berlim

10 flagras do Google Street View

/ quinta-feira, julho 05, 2012 /
O Google está aí para resolver todos nossos problemas, certo? E que tal se divertir um pouco? Para quem não conhece, o Google Street View é um recurso do Google Maps e do Google Earth que disponibiliza vistas panorâmicas de 360° na horizontal e 290° na vertical e permite que os usuários vejam partes de algumas regiões do mundo ao nível do chão/solo. Encontrei um site bacana que mostra algumas imagens de flagras. Confira!

artista autodidata e sua paixão por cães

/ quarta-feira, julho 04, 2012 /
Samuel Price é um artista que vive em San Francisco com sua esposa, com seu cão Buster  (foto acima) e com dois gatos. 

Price sempre acreditou no uso de materiais acessíveis como parte do processo natural de criação de arte. No início de sua carreira, começou a cortar revistas e jornais espalhados em seu estúdio e colando-os para uma tela como forma de necessidade, já que o jovem artista  não podia se dar ao luxo de comprar as tintas. Diz acreditar que, se você gosta de fazer arte, nada deve ficar no seu caminho. E como um artista autodidata, teve que trabalhar duro para manter a carreira como um artista ao alcance dos demais. Sua técnica é chamada de colagem ou foto-montagem, e requer muitas horas de montagem, recortando e colando centenas de minúsculos pedaços de papel sobre a tela para criar uma obra de arte.

Em depoimento, Samuel diz: "Eu me sinto incrivelmente abençoada por ter a oportunidade de partilhar a minha paixão pela arte e por cães. Nunca imaginei que minha carreira teria me levado à direção que ela tem, mas eu aprendi muito estudando os animais e a ter alinhado minha carreira de uma forma muito intuitiva para conciliar os meus interesses pessoais e perseguir com os meus sonhos".

Veja abaixo algumas obras de My Dog Collage, projeto que expressa bem a sua paixão pelos cães:




Visite também o SITE PESSOAL de Price, lá você visualiza (e tem inclusive a opção de comprar) outros trabalhos do artista. Vale a pena conferir.

Andy Gilmore e sua arte caleidoscópica

/ terça-feira, julho 03, 2012 /
O nova yorquino Andy Gilmore se descreve como ilustrador, designer e músico, mas seus trabalhos digitais o deixaram seus trabalhos muitas vezes caracterizados como caleidoscópicos e hipnóticos, embora poderia muito bem ser descrito como visualmente acústico, seus arranjos frequentemente complexas que fazem referência as escalas e melodias da música.

Ele caracteriza a sua busca na educação como uma teia, observando as livrarias, padarias, e teatros onde trabalhou, afirmando que foram de maior importância para o seu conhecimento.