Aelita Andre, pintora profissional com apenas 5 anos

/ sexta-feira, junho 29, 2012 /


Aelita Andre, com apenas 11 meses, começou a invadir o ateliê e as telas dos pais, ambos pintores amadores. Hoje, aos cinco anos, a pequenas australiana possui obras consistentes que já ganharam comparações com trabalhos de profissionais notórios, como Jackson Pollock, Wassily Kandinsky e Salvador Dalí. Logo, já é considerada a mais jovem pintora profissional a ganhar uma exposição solo. 

O trabalho de Aelita ganhou sua primeira exposição no dia 4 de junho, na galeria Agora, em Nova York. As peças da pintora-mirim podem ser apreciadas até o dia 25 e estão avaliadas em até 9,9 mil dólares. Confira algumas delas, além da performance da pequena notável.

Antes de ser uma artista, Aelita é uma criança como qualquer outra de sua idade, que adora brincar. "Eu gosto de pintar, pelas cores e a magia. Os unicórnios são as criaturas mais maravilhosas, me e encantam”, diz ela.

A diretora da galeria, Angela di Bello, diz que a artista é "consistente" e "desenvolveu um estilo próprio". "As pinturas dela têm equilíbrio", diz. "Acho que é expressionismo abstrato, mas também surrealista, pela forma como ela insere objetos nos seus trabalhados." O pai da menina, Michael Andre, diz que a filha vê a arte de forma "inocente", sem a influência e a intimidação dos movimentos artísticos.

Assista Aelita Andre painting "Eagle", vídeo que mostra Aelita com apenas 1 ano e 11 messes, expressando de forma admirável a sua "arte prematura".

Mercedes-Benz

/ sexta-feira, junho 08, 2012 /
É simplesmente incrível o texto deste anúncio da Mercedes-Benz. Uma abordagem quase filosófica para explicar porque um Mercedes é mais que um carro. Nada de carros, paisagens, luxo e títulos chamativos neste anúncio. Um ótimo exemplo de que texto longo pode ser envolvente. 




Existe uma cadeira feita de aço, madeira e verniz cujo o preço é seiscentos dólares. Mas essa não é a parte interessante. A parte interessante é que vende aos milhares. As pessoas desejam essa cadeira. As pessoas precisam dessa cadeira. Eles provavelmente não conseguiriam fazer uma cadeira com design similar, aço, madeira e verniz vender tanto em um rede de lojas por uma fração daquele preço. Por quê? Como algo praticamente idêntico não atraíra ninguém? A resposta é quase tão perplexa quanto a pergunta: fascinação. Fascinação é o que separa o bom do ótimo, o comum do carismático, do objeto que você gosta para o que você não consegue esquecer. Fascinação é o que, inexplicavelmente, separa as duas toneladas de aço, couro, cromo e vidro de um carro, das naturalmente mais fascinantes, duas toneladas de aço, couro, cromo e vidro de um Mercedes-Benz. Mas o que exatamente é fascinação? Todos nós conhecemos essa sensação, seja uma coceira insaciável ou uma paixão avassaladora. Mas algum dia saberemos o que torna uma coisa mais cativante que outra? Talvez não. Talvez seja esse mistério sobre fascinação que nos fascina tanto.

o reflexo da cidade

/ quarta-feira, junho 06, 2012 /
O incrível fotógrafo Gavin Hammond usa reflexo em poças para criar ‘espelho’ do cotidiano na cidade de Londres.